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Liofilizadores para vacinas injetáveis farmacêutico veterinária usados à venda



Principais marcas:

Edwards, Ima

Liofilizadores para vacinas injetáveis farmacêutico veterinária
Introdução e Fundamentos Termodinâmicos

A liofilização, ou criodesidratação, é um processo de separação térmica baseado na remoção de água ou de outros solventes por meio da transição direta do estado sólido para o estado gasoso, sem a passagem pela fase líquida (sublimação). Esse fenômeno ocorre sob condições controladas de pressão e temperatura, operando abaixo do ponto triplo da água — ponto termodinâmico no qual as fases sólida, líquida e gasosa coexistem a 0,01°C e 0,006 atm.

Para formulações biológicas complexas, o processo não se restringe à água pura, envolvendo matrizes com açúcares, sais e proteínas. Nestes casos, o parâmetro crítico é a temperatura de colapso ou a temperatura de transição vítrea do solvente concentrado congelado. Se a temperatura do produto ultrapassar esse limite crítico durante a secagem primária, a estrutura amorfa ou cristalina colapsará, resultando na perda da porosidade do bolo, no aumento da umidade residual e na degradação irreversível da atividade biológica da vacina.

2. Princípio de Funcionamento e Dinâmica do Processo

O ciclo de liofilização industrial é dividido em três macro etapas rigidamente sequenciadas e monitoradas por sistemas automatizados.

Fase 1: Congelamento (Solidificação)

O produto líquido envasado em frascos-ampola é colocado sobre as prateleiras da câmara, que iniciam um resfriamento por condução térmica até atingirem faixas entre -40°C e -55°C. O objetivo é congelar toda a água livre e fixar a matriz de solutos. A taxa de resfriamento determina a cinética de nucleação e o tamanho dos cristais de gelo:

Congelamento Rápido: Gera cristais menores, o que reduz o estresse mecânico sobre células ou vírus vivos, mas cria microcanais estreitos que aumentam a resistência ao fluxo de vapor na etapa seguinte, prolongando a secagem.

Congelamento Lento: Produz cristais maiores e canais amplos que facilitam a sublimação, porém o crescimento excessivo dos cristais pode romper membranas celulares ou desnaturar proteínas.

Fase 2: Secagem Primária (Sublimação)

Após a solidificação completa, o sistema de vácuo é acionado para reduzir a pressão interna da câmara até níveis tipicamente entre 0,05 mbar e 0,2 mbar. Simultaneamente, as serpentinas do condensador são resfriadas a temperaturas inferiores a -60°C. Com o diferencial de pressão estabelecido entre a câmara e o condensador, inicia-se o aquecimento controlado das prateleiras por meio de fluido térmico. Este calor fornece o calor latente de sublimação necessário para converter o gelo em vapor. O vapor migra em alta velocidade para o condensador, onde se deposita e solidifica na superfície fria das serpentinas, liberando as prateleiras de vácuo dessa carga de gás.

Fase 3: Secagem Secundária (Dessorção)

Após a eliminação de todo o gelo livre, resta a água ligada quimicamente por adsorção às paredes moleculares do soluto. Para removê-la sem causar danos térmicos, o vácuo é levado ao seu limite máximo (menor pressão possível) e a temperatura das prateleiras é elevada para faixas entre 25°C e 40°C. O processo continua até que a umidade residual do produto atinja níveis seguros, geralmente entre 0,5% e 3%.

3. Aplicações Biotecnológicas: Tipos de Vacinas e Medicamentos
A sensibilidade térmica de antígenos e adjuvantes torna a liofilização o método padrão para estender a estabilidade de formulações farmacêuticas e veterinárias de alto valor.

Medicina Humana

Vacinas Virais Atenuadas: O vírus permanece vivo, mas enfraquecido. O calor líquido destruiria sua capacidade de replicação segura. Exemplos comerciais: Vacina Sarampo, Caxumba e Rubéola (SCR), Vacina contra a Febre Amarela, Vacina contra a Varicela e a vacina oral contra o Rotavírus.

Vacinas de Subunidades e Conjugadas: Formulações contendo fragmentos específicos de proteínas ou polissacarídeos bacterianos. Exemplos: Vacina Meningocócica ACWY e Vacina Pneumocócica Conjugada.

Medicamentos Injetáveis Estéreis: Antibióticos de última geração (como cefalosporinas e carbapenêmicos), toxina botulínica, hormônios recombinantes, anticorpos monoclonais (mAbs) e fatores de coagulação sanguínea.

Medicina Veterinária

Vacinas Aviárias: Linhas de altíssimo volume focadas no controle de patógenos em granjas industriais. Exemplos: Vacina contra a Doença de Newcastle, Vacina contra a Bronquite Infecciosa Aviária e Vacina contra a Doença de Gumboro.

Vacinas para Animais de Produção (Bovinos, Suínos e Ovinos): Prevenção de doenças sistêmicas que causam perdas na pecuária. Exemplos: Vacina contra a Brucelose (Amostra B19), Vacina contra o Carbúnculo Hemático e vacinas contra a Peste Suína Clássica.

Vacinas para Animais de Companhia (Pets): Complexos polivalentes para cães e gatos. Exemplos: Vacina V10/V8 canina (frações liofilizadas de Cinomose, Parvovírus e Coronavírus) e a Tríplice Felina.

4. Engenharia Construtiva, Materiais e Componentes Críticos

A construção de um liofilizador asséptico segue critérios rígidos de engenharia sanitária para suportar pressões extremas de vácuo, pressões positivas de esterilização e variações térmicas abruptas.

Materiais de Construção
Aço Inoxidável: Todas as superfícies em contato direto com o produto ou com seus vapores (interior da câmara, condensador, prateleiras e tubulações) são fabricadas obrigatoriamente em Aço Inox AISI 316L. O acabamento interno exige polimento mecânico seguido de eletropolimento, resultando em uma rugosidade superficial extremamente baixa (Ra menor ou igual a 0,4 micrometros), o que impede a adesão de biofilmes e resíduos. Estruturas externas de suporte utilizam Aço Inox AISI 304.

Vedações e Juntas: Empregam elastômeros de alta performance, predominantemente Silicone Curado a Platina ou EPDM, capazes de resistir a ciclos contínuos de congelamento a -55°C e esterilização por vapor a 121°C a 135°C sem apresentar ressecamento, perda de elasticidade ou desprendimento de partículas (shedding).

Componentes Mecânicos e Subsistemas

Câmara de Secagem: Vaso de formato retangular ou cilíndrico projetado para operar sob vácuo absoluto e pressões positivas de até 3,5 bar (necessárias para a esterilização por vapor). Possui portas com visor de vidro temperado borossilicato e sistema de travamento pneumático.

Prateleiras e Sistema Térmico: Placas usinadas com canais internos internos em zigue-zague por onde circula óleo de silicone de baixa viscosidade. Um conjunto composto por trocadores de calor, resistências elétricas e bombas de circulação garante que o gradiente térmico entre diferentes pontos de uma mesma prateleira seja menor que 1°C, assegurando a homogeneidade do lote.

Condensador de Vapor: Posicionado acoplado à lateral ou abaixo da câmara principal. É isolado desta por uma válvula borboleta sanitária de grande diâmetro (válvula de passagem de vapor). Contém feixes de serpentinas ou placas diretamente resfriadas pelo sistema de refrigeração para aprisionar o vapor d'água na forma de gelo.

Mecanismo de Fechamento de Frascos (Stoppering): Um pistão hidráulico interno ou fole pneumático localizado no topo da câmara empurra as prateleiras verticalmente ao final do ciclo. As prateleiras se comprimem e pressionam as tampas de borracha (que possuem ranhuras laterais para a saída do vapor) para dentro do gargalo dos frascos-ampola, lacrando todo o lote sob vácuo ou gás inerte (Nitrogênio grau farmacêutico).

Sistemas de Higienização CIP e SIP: O liofilizador possui manifolds internos com bicos pulverizadores rotativos (spray balls) conectados a um sistema CIP (Clean-in-Place) para lavagem automática com água para injetáveis (WFI). Na sequência, o sistema SIP (Sterilize-in-Place) injeta vapor limpo saturado na câmara e no condensador, elevando a temperatura interna a 121°C por no mínimo 20 minutos para garantir a esterilização completa do ambiente antes do próximo lote.

5. Portes, Dimensionamento e Diferenças de Configuração

Os equipamentos são configurados para atender diferentes demandas de produção e níveis de automação.

Classificação por Porte

Piloto / Laboratorial: Áreas de prateleira entre 0,1 metro quadrado e 1,5 metro quadrado. Condensadores com capacidade de 2 a 20 kg de gelo por ciclo. São utilizados para ensaios de estabilidade, desenvolvimento de formulações e lotes de pequena escala.

Industrial de Médio Porte: Áreas de prateleira entre 2 metros quadrados e 15 metros quadrados. Processam de 15.000 a 60.000 frascos por ciclo. Comuns em laboratórios veterinários nacionais e fabricantes de injetáveis por contrato.

Industrial de Grande Porte: Áreas de prateleira entre 20 metros quadrados e mais de 60 metros quadrados, com condensadores para mais de 800 kg de gelo. Operam em ciclos contínuos integrados a sistemas automáticos de carga e descarga robotizada (ALUS - Automatic Loading and Unloading Systems) por meio de esteiras fixas ou veículos guiados automaticamente (AGVs) em áreas isoladas por barreiras físicas (RABS) ou isoladores fechados.

Diferenças Técnicas: Farmacêutico Humano versus Veterinário
Exigência de Esterilização (SIP): No segmento farmacêutico humano, os sistemas CIP e SIP automatizados são mandatórios por órgãos regulatórios para qualquer injetável. No setor veterinário, embora o SIP seja o padrão para a maioria das vacinas vivas, algumas linhas focadas em soluções não estéreis ou ectoparasiticidas operam com liofilizadores que utilizam apenas sanitização química (CIP) simplificada, reduzindo o custo de aquisição do ativo.

Contenção Biológica: Vacinas veterinárias de vírus vivo (como febre aftosa ou cepas aviárias altamente contagiosas) exigem que o liofilizador funcione como uma barreira de contenção biológica negativa. As linhas de vácuo recebem filtros de exaustão HEPA duplos com sistemas de esterilização do filtro in-situ para evitar o escape de microrganismos vivos durante a purga das bombas de vácuo.

6. Estudo Técnico: Vantagens e Desvantagens da Tecnologia

Vantagens
Preservação da Atividade Biológica: A ausência de calor térmico elevado evita a desnaturação de proteínas, a inativação de antígenos virais e a degradação de princípios ativos sensíveis.

Estrutura Física Superior (Porosidade): Como a água é removida por sublimação direta a partir do estado congelado, o volume original do produto é mantido. Não ocorre a retração do material, resultando em um bolo altamente poroso que se dissolve instantaneamente (reconstituição) ao entrar em contato com o diluente.

Estabilidade de Longo Prazo: Com níveis de umidade residual extremamente baixos e fechamento sob atmosfera inerte ou vácuo, os produtos ficam protegidos contra oxidação e hidrólise, permitindo o armazenamento por longos períodos em temperaturas de refrigeração comuns (2°C a 8°C) ou até em temperatura ambiente, eliminando a dependência de cadeias de ultra-frio (-70°C).

Desvantagens

Alto Custo de Investimento Capital (CAPEX): Os liofilizadores farmacêuticos estão entre os equipamentos mais caros de uma planta industrial devido à complexidade metalúrgica, aos sistemas redundantes de refrigeração e vácuo e à automação sanitária exigida.

Elevado Custo Operacional (OPEX): O ciclo de liofilização é energeticamente ineficiente e demorado. Um único lote pode requerer de 24 a mais de 72 horas contínuas de operação dos compressores de refrigeração, bombas de vácuo e sistemas de aquecimento, gerando alto consumo elétrico.

Complexidade de Desenvolvimento de Processo: Cada formulação exige o mapeamento prévio de suas propriedades térmicas em laboratório para o desenho detalhado das rampas de congelamento, tempos de secagem e níveis de vácuo. Erros operacionais mínimos podem causar o colapso térmico do lote, inutilizando produtos de altíssimo custo.

7. Cenário de Fabricantes Mundiais e Nacionais

O mercado de liofilização asséptica é altamente especializado, com marcas que ditam os padrões tecnológicos globais e opções nacionais voltadas para suporte local.

Fabricantes Internacionais (Líderes de Mercado)
IMA Life (Itália): Divisão do Grupo IMA que incorporou a renomada engenharia de liofilização da BOC Edwards Pharmaceutical Systems. É uma das marcas mais tradicionais do mundo, reconhecida pelo desenvolvimento de liofilizadores industriais integrados a isoladores assépticos e sistemas robotizados de carga. Possui altíssimo valor de revenda no mercado de usados.

Syntegon (Alemanha): Antiga Bosch Packaging Technology. Fabrica sistemas de liofilização integrados às suas linhas de envase de alta velocidade, focados em precisão mecânica, eficiência de vácuo e conformidade regulatória estrita.

Telstar (Espanha / Grupo Azbil): Marca com forte presença na América Latina. Fabrica liofilizadores que vão desde a escala de laboratório até grandes capacidades industriais. Seu sistema de controle Lyosuite é amplamente elogiado pela interface e gerenciamento de receitas de liofilização.

GEA Lyophil (Alemanha): Divisão do grupo GEA especializada em liofilização de grande porte para a indústria farmacêutica global. Seus equipamentos utilizam tecnologias proprietárias de ponta para otimização de energia e movimentação interna de prateleiras por acoplamento magnético livre de fricção mecânica.

SP Scientific (EUA): Conglomerado que detém marcas icônicas de liofilização como Virtis, Hull e FTS Systems. Suas linhas de liofilizadores piloto e industriais de pequeno a médio porte são muito valorizadas no mercado pela durabilidade e facilidade de manutenção.

Tofflon (China): Fabricante asiático com forte expansão global. Conquistou espaço significativo no mercado de medicamentos genéricos, biossimilares e vacinas veterinárias por oferecer equipamentos de grande porte em conformidade com as diretrizes internacionais, apresentando uma relação custo-benefício competitiva.

Cenário de Fabricantes e Suporte Nacional (Brasil)
No mercado brasileiro, o desenvolvimento de liofilizadores industriais de grande porte com sistemas SIP completos em aço inox 316L eletropolido enfrenta concorrência direta com as matrizes europeias. Contudo, existem empresas nacionais de engenharia e fabricantes que atuam com destaque no fornecimento de liofilizadores de pequeno e médio porte, bem como no mercado de reforma (retrofit) e assistência técnica especializada:

Liobras: Uma das principais referências nacionais na fabricação de liofilizadores, com forte atuação em equipamentos de bancada, laboratoriais e plantas piloto de pequeno porte voltadas para centros de pesquisa, universidades e laboratórios farmacêuticos e biotecnológicos de menor escala.

Terroni: Tradicional fabricante nacional focada no desenvolvimento de equipamentos de liofilização para laboratórios, indústrias farmacêuticas de menor porte, bancos de tecidos e processamento de alimentos funcionais.

Empresas de Engenharia e Retrofit (Suporte Industrial): O mercado industrial brasileiro conta com integradores locais e empresas especializadas em vácuo e automação industrial que realizam serviços de modernização completa em liofilizadores importados antigos (como os modelos clássicos da Edwards Alto Vuoto). Essas empresas substituem os comandos originais descontinuados por sistemas modernos baseados em CLPs nacionais e softwares supervisórios adequados às normas vigentes, estendendo a vida útil operacional dos ativos com suporte técnico local.

8. Sistemas de Controle, Automação e Regulamentação

O gerenciamento de um liofilizador farmacêutico é executado por Controladores Lógicos Programáveis (CLPs) industriais conectados a computadores com sistemas SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition).

Parâmetros Críticos de Controle e Instrumentação
Sensores de Vácuo: Utilização de tecnologias combinadas para maior precisão. Sensores do tipo Pirani (baseados na condutividade térmica do gás) são empregados juntamente com manômetros de capacitância (MKS Baratron, que medem a pressão real independente da composição do gás). A diferença de leitura entre os dois sensores indica o fim da secagem primária, pois o vapor d'água altera a condutividade térmica medida pelo Pirani.

Sensores de Temperatura (PT100): Sensores de platina de alta precisão calibrados e distribuídos tanto no interior das prateleiras quanto inseridos diretamente em frascos-ampola testemunhas (product probes) para registrar a temperatura real do bolo de produto ao longo de todo o ciclo.

Controle de Admissão de Gás (Venting): Válvulas proporcionais de alta precisão que controlam a entrada controlada de Nitrogênio estéril para quebrar o vácuo ao final do processo ou para realizar ciclos de flutuação de pressão (vácuo controlado) para otimizar a secagem secundária.

Aspectos Regulatórios e Normativos
Anvisa RDC 658/2022: Regulamentação brasileira de Boas Práticas de Fabricação (BPF) alinhada ao PIC/S internacional. Exige a validação rigorosa do software de controle, a qualificação de instalação (QI), qualificação de operação (QO) e qualificação de desempenho (QD) do liofilizador, incluindo testes periódicos de estanqueidade ao vácuo (pressure rise test) e validação de esterilidade do ciclo SIP através do uso de bioindicadores (Geobacillus stearothermophilus).

FDA 21 CFR Part 11 (EUA): Exigência mandatória para a exportação de produtos farmacêuticos e adotada como padrão pelas grandes indústrias nacionais. Determina que todos os registros eletrônicos gerados pelo liofilizador sejam invioláveis. O sistema de automação deve contar com níveis de acesso por senha hierárquica, salvamento automatizado dos relatórios de lotes e geração de trilha de auditoria (Audit Trail), registrando eletronicamente qualquer alteração de setpoint, alarmes ou ações realizadas por operadores durante o ciclo de produção.
Liofilizador para vacinas grande porte Edwards IMA 2.000 L
Liofilizador para vacinas grande porte Edwards IMA 2.000 L

Código da máquina: 405-018

Marca: Edwards, Ima

Liofilizador de grande porte para liofilização de vacinas.

Marca fabricante: Edwards.

Modelo: 400 CL.

As informações abaixo serão confirmadas e são estimadas:

Ficha Técnica DetalhadaModelo: 400 CL.

Capacidade de Condensação: Projetado ...



 
 

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